Eveline
a gente vem...deita, tenta descansar, mas não adianta. O cérebro não para. Tudo parece fervilhar.
Tudo é agora... são esses dias que parecem me engolir. É um tempo que devora, mas que ao mesmo tempo não chega ao fim. É março com cara de agosto, é um abril que já se esbarra. É a promessa de alívio que ainda desespera. É aquele gosto de agonia. É saudade, pura saudade de mim e de mais ninguém. É o mecanicismo que encontro no espelho. É o relógio inimigo. É mistura de tanta coisa que não me cabe e nem tem espaço agora.
... é escolher caminhos, trilhar em cima de pedregulhos para se chegar a um jardim que se esconde na linha de chegada.

Tenho sono. Já deitada não consigo dormir.

Eu tô cansada, cansada, cansada, cansada!

Eu quero é parir logo, parir esse futuro.
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Como estava o Café? Alguma Palavra a deixar?